sábado, 10 de julho de 2010

TOMOU TODAS E ENGOLIU O LACRE.



Cervejaria não deve pagar indenização por danos.

As empresas responsáveis por fabricação de latas de cerveja, a Ambev e a Skol, não devem pagar indenização por danos materiais e morais a uma consumidora que engoliu lacre de uma lata de cerveja. A 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve sentença de primeira instância que negou o pedido de indenização de uma consumidora que ingeriu acidentalmente o lacre de uma lata de cerveja, em 2007. Segundo o relator, desembargador Luciano Pinto, a sentença se baseou em perícia que demonstrou que a lata de cerveja não apresentou defeito.

A autora da ação disse que comprou uma latinha de cerveja em uma barraca durante o carnaval, e, ao beber o líquido, engoliu também a argola de alumínio da tampa. Por isso, ela ajuizou ação de indenização por danos materiais e morais contra as empresas que produzem a embalagem e a cerveja. Alegou que teve fortes dores abdominais, foi internada em hospital, gastou com medicamentos e ficou afastada do trabalho durante o tratamento.

As empresas responsáveis pela fabricação da latinha alegaram que “o acidente aconteceu por culpa exclusiva da consumidora, haja vista o rigoroso controle de qualidade dos produtos que fabricam”. O mesmo argumento foi alegado pela Companhia de Bebidas das Américas e pela Cervejarias Reunidas Skol Caracu S.A. que afirmaram que “o manuseio correto de seus produtos nunca provocaria a ruptura do anel da tampa da lata”.

"GENTE FINA" QUEBRA MAIS UM

Depois de quebrar a Mesbla e o Mappim, deixando milhares de funcionários sem receber, o Gente Fina Ricardo Mansur quebra mais um.

Mansur é acusado de desviar R$ 10 milhões de usina

Ex-dono de Mappin e Mesbla deixa comando da Galo Bravo, em Ribeirão Preto (SP), onze meses depois de assumi-la

Onze meses depois de assumir a Usina Galo Bravo, em Ribeirão Preto (SP), o empresário Ricardo Mansur deixou o comando da empresa em meio a uma confusão. Ele é acusado por um dos donos da Galo Bravo, o empresário Alexandre Balbo, de desviar ao menos R$ 10 milhões da usina, além de pedir bens de sua família em troca do fim do negócio. Mansur, que não se manifesta, teria deixado a cidade e retornado a São Paulo.

Segundo Balbo, filho de Ademar Balbo, proprietário da usina negociada em agosto do ano passado com Mansur, o dinheiro desviado foi utilizado para sustentar a tentativa de retomada dos negócios do empresário em Ribeirão Preto, que teria incluído até a compra de um avião. A aeronave já teria sido devolvida.

No mês passado, advogados de Balbo conseguiram revogar a procuração dada para Mansur gerir a usina e saneá-la financeiramente. "Ele não pode fazer mais nada em relação aos ativos da empresa, mas estamos querendo tirá-lo para fora de uma vez", disse Balbo. Por meio de uma carta, Mansur teria ameaçado o empresário caso a revogação da procuração fosse divulgada.

De acordo com Balbo, praticamente nada foi pago do valor acordado na aquisição e gestão da Usina Galo Bravo. A promessa de sanear financeiramente a companhia, que tinha uma dívida estimada em R$ 450 milhões pelos credores, não foi cumprida. "A intenção era resolver os problemas e ele colocar alguns recursos na empresa, mas isso não aconteceu. Além de (Mansur) não resolvê-los, ele piorou os problemas", diz. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".




quarta-feira, 7 de julho de 2010

CUMPANHEIRA ASSINA DOCUMENTO SEM LER

Dilma assinou documento com propostas radicais sem ler
A resolução continha as diretrizes do 4.º Congresso do PT, realizado em fevereiro, e apresentava teses radicais.

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, assinou e rubricou o programa radical do governo sem sequer ler uma linha. A informação foi confirmada pelo próprio Partido dos Trabalhadores. O programa foi apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última segunda-feira, 5. De acordo com informações do PT, o presidente da legenda, José Eduardo Dutra, acompanhou Dilma na atitude ‘apressada’, conforme afirmou sua equipe. Segundo a campanha, a pressa em assinar muitos documentos antes de embarcar para São Paulo foi a causa da ação.

Em vez de fazer cópia do esboço do programa de governo, a equipe de Dilma entregou a ela o documento errado. A resolução continha as diretrizes do 4º Congresso do PT, realizado em fevereiro, e apresentava teses radicais. Controle social da mídia, taxação de grandes fortunas e revogação do dispositivo que torna áreas invadidas indisponíveis para a reforma agrária foram algumas das ideias propostas no documento. Além disso, havia a abertura de uma brecha para a interpretação de uma suposta defesa da legalização do aborto. A criação de um vale-cultura aprovado pela Câmara e pelo Senado também fazem parte das propostas.




O GRANDE CANALHA

As três faces de um canalha
por Paulo Carvalho Espíndola


A primeira delas é o seu nome de batismo, José Dirceu de Oliveira e Silva, nome pomposo que bem poderia nomear um herói. Muito menos que isso, nomeia um nefando terrorista e um dos maiores criminosos da História recente do Brasil.

A segunda é a do "companheiro" Daniel, desde cedo traidor da pátria e fiel seguidor do facínora Carlos Marighela, aquele mesmo que Lula, muito recentemente, rotulou de herói. Daniel logo descambou para a subversão, até ser preso em um congresso estudantil ilegal. Recuperou a liberdade ao ser banido do território nacional na troca por um embaixador norte-americano, seqüestrado por terroristas. O terror era a sua causa e o crime a sua vocação. Por eles fez cursos de guerrilha em Cuba, onde estabeleceu fortes laços de cumplicidade com o assassino Fidel Castro e formou nova quadrilha de malfeitores políticos, o Movimento de Libertação Popular (MOLIPO), de curta duração e de triste destino.

A terceira é de Carlos Henrique Gouveia de Melo - o mesmo "companheiro" Daniel - na sua volta clandestina ao Brasil. Sob essa face, estabeleceu-se em Cruzeiro do Oeste/PR, iludiu uma pobre-rica mulher e com ela se casou, assim aumentando um pouco mais a sua extensa folha-corrida criminal. A tão falada anistia, que a esquerda hoje tanto tenta invalidar para o lado que a venceu na luta armada, libertou Carlos Henrique da sua máscara e do seu casamento ilegal, com o quê ressurgiu das cinzas a pior face de um canalha.




Voltou à cena José Dirceu.

Curiosamente livre de um passado sujo, José Dirceu enveredou pela política legal e tornou-se expoente do Partido dos Trabalhadores e, muito mais, eminência parda daquele que acabou por eleger-se presidente do Brasil. O circo tornou-se seu. Fazia e desfazia com o beneplácito de Lula, que tinha e ainda tem muito medo dele, por razões que a própria razão desconhece. Acredito que seja porque ele saiba de muita sujeira.
Foi o mandatário de fato e, assim, tinha toda a liberdade de ação. Ágil, voltou ao crime, aliando-se ao colarinho branco e a uma nova quadrilha. Daí vieram os mensalões e uma incontável série de malfeitos, capazes, em um país sério, de implodir toda a estrutura governamental. Não foi o caso do Brasil.

José Dirceu foi defenestrado do governo e teve cassado o seu mandato parlamentar. Agora é lobista e prossegue nas suas articulações de bastidores, com Lula e seus parceiros como as suas marionetes. A  memória nacional é cada vez mais curta e disso ele se vale.Anteontem mesmo, um grande jornal brasileiro abriu espaço para José Dirceu para ele vomitar o seu canto de sereia e afrontar a Marinha do Brasil.

Críticas são sempre bem-vindas na democracia - tenho por hábito grafar essa palavra com inicial maiúscula. Ler a matéria de José Dirceu, entretanto me causou asco e, sobretudo, a certeza de que ele continua o mesmo, ao exaltar o assassino João Cândido, o "almirante negro". Misturou alhos com bugalhos, perversa e maldosamente, à guisa de defender um anti-racismo muito mais presente nas mal encobertas intenções de "movimentos sociais" do que na realidade de um país miscigenado como o Brasil.

É emblemática a parcialidade do articulista José Dirceu no seu agravo à Marinha do Brasil: A Marinha não condena a chibata, os castigos físicos e nem os métodos de alistamento militar utilizados então, quando os conscritos negros eram caçados a laço – contra os quais Cândido liderou o movimento – mas condena a revolta por causa das vítimas entre os oficiais (quatro) e a população civil (duas crianças) do Rio de Janeiro, bombardeado. Pior, a Marinha não condena a prisão de João Cândido,sua expulsão da Marinha, sua vida na miséria e nem o assassinato de seus 16 companheiros. É subliminar a diferença que faz entre "vítimas" (as da Marinha) e o "assassinato" dos companheiros de José Cândido.

Não sou psicólogo e, muito menos, psiquiatra para interpretar o que diz esse homem, mas me parece desigual a relação entre os mortos de cada lado. Para mim é bem nítida a tendência para deturpar a História: danem-se as vítimas da Marinha e glória aos companheiros de um assassino frio que urinou no cadáver de seu comandante. Nessa redação comprometida, duas crianças e quatro oficiais não significam nada; os rebeldes, sim.

José Dirceu continua o mesmo, fiel à traição e ao derramamento de sangue, desde que assim seja para os seus desígnios.

Vários dos seus vinte e oito companheiros da MOLIPO tombaram em confronto com os órgãos de segurança. Com certeza, foram delatados e "deletados" por um companheiro em Cuba. Isso pode ter sido obra de Fidel Castro ou de algum amigo "revolucionário" brasileiro. Não me atrevo a apontar culpados, no entanto, tenho convicção de que Daniel conhece muito bem essa estória macabra. Antes de redescobrir e de reinterpretar os arquivos da História da Marinha, "companheiro" Daniel, abra os seus. Os companheiros da MOLIPO descansarão em paz ou não.Interessante em tudo isso é que um órgão da grande imprensa ainda abre espaço para essa gente.

E o contraditório? Ah! Ele virá, certamente, em outro bostejo de José Dirceu...



SERRA EM CAMPINAS

Serra acusa Dilma de não ter 'idéias próprias'
O Globo

O candidato do PSDB à presidência, José Serra, disse nesta quarta-feira em Campinas, interior de SP, que a ex-ministra Dilma Roussef (PT) não tem ideias próprias e depende de orientação externa para fazer sua campanha. Ao comentar declaração da petista de que ela não seria uma pessoa presunçosa e, por isso, dependeria de uma equipe, Serra disparou.

- Eu também preciso, mas eu tenho as ideias. Não saio de amanhã e o marqueteiro me diz 'hoje você fala mal do MST, hoje você fala bem do MST'. Ou então 'hoje você defende juros siderais, amanhã você você defende redução de juros'. Isso é complicado e só se explica por uma orientação externa - disse Serra, criticando mais uma vez itens do programa de governo apresentado pelo PT à Justiça eleitoral.

- Essa questão de controlar a imprensa e estimular invasão de terras tem assinatura dela (Dilma) duas vezes. Quando era ministra, ela assinou o projeto que foi enviado para o presidente Lula e, agora, assina a proposta de governo diante da Justiça eleitoral. Em última análise, ela está coagindo a imprensa e estimulando a invasão - disse Serra

terça-feira, 6 de julho de 2010

O IRREVOGÁVEL MENTIROSO


Mercadante repete promessa do PSDB e diz que irá duplicar rodovia Tamoios
Folha on line

O Senador Mercadante, além de um irrevogável mentiroso, disse que fez doutorado na Unicamp, o que foi comprovado ser uma mentira, parece que não se corrige. Agora resolveu copiar propostas e promessas dos outros.

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, prometeu em seu primeiro dia de campanha duplicar a rodovia Tamoios (SP-99), promessa já feita por governos tucanos.
"Essa é uma obra estruturante, inadiável e indispensável para facilitar o acesso ao litoral norte, que está tendo um impacto muito grande em termos de crescimento econômico. O gás em Caraguatatuba [base de processamento da Petrobras], o porto de São Sebastião, vão ser estratégicos em termos de desenvolvimento dessa riqueza que é o pré-sal e nós temos que preparar a infraestrutura para esse impacto."

CANDIDATA POSTE