domingo, 5 de setembro de 2010

CUMPANHEIRADA BANDIDA


Suspeito de ter acessado dados de tucano em MG é filiado ao PT, diz TSE
Portal G1

 
O funcionário da Receita Federal em Minas Gerais que, segundo o jornal "O Estado de S.Paulo", acessou dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, é filiado ao PT desde agosto de 2001, de acordo com registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o "Estado de S. Paulo", um analista da Receita chamado Gilberto Souza Amarante fez dez consultas a informações sigilosas de Eduardo Jorge em abril de 2009 na agência de Formiga, a 210 km de Belo Horizonte. O G1 tentou entrar em contato com Gilberto, mas não conseguiu encontrá-lo neste domingo.

Eduardo Jorge diz que teve dados fiscais acessados em Minas Gerais Em comício sem Dilma, Lula diz que 'mentira tem perna curta' Marina diz que vazamentos mostram 'descontrole na gestão pública' Se for confirmado, esse será o segundo caso de acesso a dados sigilosos de Eduardo Jorge. A própria Receita confirma que o tucano teve dados fiscais acessados na agência de Mauá, em São Paulo.

Segundo o TSE, o nome de Gilberto Souza Amarante consta do lista dos 276 filiados ao PT que votam na cidade de Arcos (MG). Ao G1, Eduardo Jorge disse que o fato de Amarante ser filiado ao PT é "mais uma evidência de que os vazamentos na Receita têm motivação eleitoral". Para o tucano, as quebras de sigilo estão vinculadas à campanha da candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff.

Eduardo Jorge afirmou não saber oficialmente se o acesso aos dados fiscais em Formiga foram feitos de modo irregular, mas classificou como "uma coincidência estranha", a filiação partidária do funcionário. "Só vou saber se foi irregular ou não depois [das investigações]. Mas é muita coincidência. Não tenho nada em Formiga e o funcionário é do PT", afirmou.

O presidente do PT, Eduardo Dutra, afirmou que, se for comprovado o acesso irregular do funcionário da Receita aos dados de Eduardo Jorge, o partido em Minas Gerais vai abrir um processo ético contra ele. "Temos informações de que o analista de Receita Gilberto Souza Amarante seria filiado ao PT de Minas Gerais pelo município de Arcos. O presidente do PT de lá não conhece esse Gilberto. Em se comprovando que ele teria feito esse acesso, além do processo na Receita, ele sofreria um processo ético porque isso se choca com o código ética do PT", disse.

Dutra afirmou ainda que as consultas a dados sigilosos de tucanos não estão relacionadas à campanha eleitoral. "Não tem nada a ver com a campanha. Nenhum de nós o conhece. É claro que a oposição vai fazer estardalhaço diante disso. Mas não há nenhuma relação com as pessoas da campanha. Não há nenhuma orientação do PT para isso. Deixamos muito claro que não concordamos com isso", disse Dutra.






domingo, 22 de agosto de 2010

COMITÊ SUPRAPARTIDÁRIO CAMPINAS - INAUGURAÇÃO

PREPARAÇÃO DO PALCO

JURANDIR FERNANDES - COORDENADOR DA CAMPANHA

CHEGADA DE GERALDO ALCKMIN 

 
APRESENTAÇÃO AO PÚBLICO

APRESENTAÇÃO

PIADA ELEITORAL

Uma nova legião de candidatos cômicos
Revista Época


O início do horário eleitoral traz candidatos como Tiririca, que usa o lema "pior que está não fica"
O cantor Tiririca posa num intervalo da campanha. Ele aposta no deboche para se eleger deputado federal– Alô, Tiririca? Aqui é o Victor.
– Oi, aqui é o Léo.
– Léo?
– Victor e Léo (uma dupla sertaneja). Hahaha. É o Tiririca, pô.

É com esse tipo de humor que Francisco Everardo Oliveira Silva, o cantor cearense Tiririca, trabalha por uma vaga de deputado federal por São Paulo. Na semana passada, na estreia do horário eleitoral na TV, ele chamou a atenção pelo tom debochado.

“Você sabe o que faz um deputado federal? Eu não sei, mas vote em mim que eu te conto”, diz. Outro de seus bordões é “Vote no Tiririca, pior que tá não fica”. Com eles, o candidato do Partido da República (PR) ficou falado e recebeu 500 mil visitas no YouTube. Tiririca tornou-se conhecido nos anos 1990 com o disco Florentina, que vendeu 1,5 milhão de cópias. Também atuou em programas humorísticos e respondeu processo por racismo por causa de uma música que falava “essa negra fede” e “bicha fedorenta”. Absolvido, quer ir ao Congresso. Embora não defenda nenhuma proposta. “De cabeça, assim, é complicado pra mim falar (sic).” Num vídeo, diz que vai ser deputado para ajudar os mais necessitados, “inclusive a minha família”. Se pudesse, empregaria parentes? “Com certeza. Primeiramente a minha família”, afirma. Tiririca declarou patrimônio zero, mas sua estimativa de gasto na campanha é de R$ 3,5 milhões.

Em 1958, um rinoceronte do zoológico de São Paulo chamado Cacareco recebeu 100 mil votos para vereador. De lá para cá, ele vem dando nome a uma categoria de candidatos na política brasileira. Além de Tiririca, há outros Cacarecos nesta eleição. São famosos ou anônimos dispostos a qualquer coisa para se destacar na multidão. Muitos deles apelam para o humor e para o comportamento jocoso – embora os verdadeiros humoristas, por decisão da Justiça Eleitoral, estejam proibidos de fazer piadas com os candidatos. O cientista político Fábio Wanderley Reis diz que, “até certo ponto”, é natural que partidos convoquem personagens desse naipe para a disputa. Eles atraem votos para a legenda e garantem ao partido uma bancada maior na Câmara. “É um jeito espúrio de obter quadros”, afirma.





‘‘Quero recomendar a Mulher Pêra para o Congresso Nacional’’
EDUARDO SUPLICY, senador (PT-SP)

A banalização do processo eleitoral está enraizada no meio político brasileiro – e conta com suporte mesmo de gente conhecida. A modelo Suellem Aline Mendes Silva, que se apresenta na TV como Mulher Pêra (PTN), ganhou a chancela do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que pede votos para a decotada no YouTube. “Quero recomendar a Mulher Pêra”, diz ele. “É muito importante que possamos ter essa mulher como candidata eleita para o Congresso.” Sério, senador?

No Rio de Janeiro, o ex-jogador Romário concorre a uma vaga de deputado federal e apelou para o corpão. Anda cercado por um grupo de mulatas fornidas que distribuem santinhos com um argumento inusitado: “Vote no Romário porque ele já é rico e não vai roubar”. Pedro Manso, imitador que fez sucesso se apresentando como Faustão, tenta uma vaguinha na Assembleia vestido e falando como... Faustão. “Ô-loco, meu! Pedro Manso para deputado!”. Na linha funk-favela concorre Tati Quebra Barraco, autora do hit “Dako é bom”, que fala numa marca de fogão. Os famosos tentam se eleger apoiados no argumento da fama. O ex-pugilista Maguila diz que vai “lutar em Brasília”. O ex-jogador de futebol Marcelinho Carioca quer “jogar no time” dos eleitores. Raul Gil tira o chapéu para seu filho, candidato a deputado federal. Os irmãos do grupo KLB defendem “a união da família”. O que promete o estilista Ronaldo Esper? “Agulhar os políticos”...

domingo, 15 de agosto de 2010

JUCA KFOURI E JORNAL LANCE CONDENADOS. DE NOVO

O juiz Alessandro Oliveira Felix, da 51ª Vara Cível da Capital, condenou o jornal Lance! a pagar R$ 15 mil, a título de indenização por danos morais, ao árbitro de futebol Wagner Tardelli de Azevedo. O jornal publicou reportagem sobre suspeita de suborno e manipulação de resultado nos jogos do Campeonato Brasileiro em 2008, o que levou a Confederação Brasileira de Futebol, por cautela, a substituí-lo na partida final, disputada entre Goiás e São Paulo.

Essa é a segunda condenação que a publicação sofreu em menos de uma semana sob o fundamento, de que extrapolou os limites constitucionais do direito de informação. Recentemente, o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão que condenou o jornalista Juca Kfouri e a Arete Editorial a indenizarem o treinador de futebol Vanderlei Luxemburgo em R$ 9,6 mil por danos morais. Para o desembargador Erickson Gavazza, a notícia publicada no jornal Lance!, sob o título “É ruim chamar Luxemburgo”, “extrapola os limites do direito de informar e criticar”.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A PREFERIDA DELE

O GORDÃO

Ex-preparador do Timão diz que problema de Ronaldo é extracampo

Walmir Cruz elogia empenho do Fenômeno nos treinos, mas lembra que não tinha como regular vida social do craque fora do Parque São Jorge

Ronaldo em treino do Timão (Foto: Lance)Walmir Cruz vivenciou por mais de um ano toda a luta de Ronaldo contra a balança e as lesões para continuar jogando. Demitido do Corinthians em maio, depois de a equipe fracassar na Taça Libertadores, o preparador físico elogia o empenho do Fenômeno nos treinamentos para entrar em forma. O problema, segundo ele, é que não é possível vigiar a vida do craque fora do Parque São Jorge.

Contratado em fevereiro de 2009, Walmir Cruz chegou ao Timão em um momento crítico. Ronaldo ainda lutava para perder peso depois de um longo período ausente dos gramados devido a mais uma cirurgia no joelho. Apesar da má forma, o preparador destaca o empenho do jogador nos treinos.- Se eu falasse mal do Ronaldo, estaria mentindo. Ele é um cara superdedicado, nunca deu trabalho nenhum. E olha que eu tenho quase 30 anos de profissão. Ele cumpria tudo que era planejado, nunca reclamou, sempre fez tudo no horário certo. Não tenho uma vírgula para falar dele – afirmou.


ALCKMIN NA FRENTE NOVAMENTE


Alckmin amplia vantagem em SP e, com 54% das intenções, seria eleito no 1º turno

O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) aumentou sua vantagem na disputa pelo governo do Estado de São Paulo. Com 54% das intenções de voto, o tucano venceria a disputa já no primeiro turno se as eleições fossem hoje. Segundo pesquisa Datafolha feita de 9 a 12 de agosto e divulgada nesta sexta, o senador Aloizio Mercadante (PT) aparece em segundo lugar, com 16% das intenções de voto, e Celso Russomanno (PP) em terceiro, com 11%.

No levantamento anterior, feito entre os dias 20 e 23 de julho, Mercadante e Russomanno tinham os mesmos índices. A vantagem de Alckmin agora é maior porque o tucano antes tinha 49% das intenções de voto. Paulo Skaf (PSB) mantém os 2% obtidos na pesquisa passada. Os candidatos Fábio Feldmann (PV) e Fábio Búfalo (PSOL) aparecem com 1% cada. Mancha (PSTU), Anaí Caproni (PCO) e Igor Grabois (PCB) foram citados, mas não atingiram 1% cada.

Brancos e nulos somam 6%, e 8% dos entrevistados estão indecisos. Foram ouvidos 2.040 eleitores de 58 cidades do Estado de São Paulo. Os contratantes da pesquisa são a Folha e a Rede Globo. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número 22.761/2010.